So this is how it feels
To breath in the summer air
To feel the sand between my toes
And love inside my ear
All those things that you taught me to fear
I’ve got them in my garden now.

I was taking control.
Dezembro 25, 2007
Let’s put a smile on that face.
Dezembro 18, 2007Saiu o trailer de Dark Knight… E é tudo aquilo que a gente esperava. Mais, até. Heath Ledger e Christopher Nolan conseguiram fazer um Joker além de qualquer expectativa. O Nolan tomou algumas liberdades artísticas na construção do personagem, o que eu normalmente não apoiaria, mas acabou dando muito certo: Mostrou-se o melhor Coringa que eu já vi em Vídeo ou Animação. Botoprafudê, Nolan!
Veja abaixo o trailer, mas antes, um comentário de um bloguista americano que tirou as palavras da minha boca (ou dos meus dedos, no caso):
” Heath Ledger appears to be giving us the psychotic Batman antagonist we all prayed for as Arnold Schwartzenegger assaulted us with one-line puns about freezing.”
Enjoy:
Que tal?

Renegados da Bioluminescência SHALL BE NO MORE!
Dezembro 18, 2007 (discutindo a criação de gatos que brilham na luz negra)
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antes: [referência à bioluminescência]
[12:26:09] fau. why so serious? says:
mas eu achei que se fossem fazer animais fluorescentes
[12:26:14] fau. why so serious? says:
seriam, primeiramente, ratos
[12:26:16] fau. why so serious? says:
certo?
[12:26:23] fau. why so serious? says:
os gatos foram só pq é legal mesmo
[12:26:50] Teo says:
o próximo passo lógico são pessoas albinas.
[12:27:24] fau. why so serious? says:
mas aí é mais difícil
[12:27:30] fau. why so serious? says:
pq não tem como prever, né
[12:27:56] fau. why so serious? says:
assim, vou fazer ele fluorescente, ele tem o gene do albinismo, se ele nascer albino, YAY, SCORE!
[12:28:07] Teo says:
como não? não tem laboratórios especializados em fazer pessoas albinas???
[12:28:16] fau. why so serious? says:
gente
[12:28:17] Teo says:
SÉRIO?
[12:28:24] Teo says:
eu achei que fosse estética
[12:28:30] fau. why so serious? says:
isso é um passo à frente
[12:28:33] fau. why so serious? says:
pra deixarmos de ser
[12:28:38] Teo says:
alguma coisa asiática e tal
[12:28:52] fau. why so serious? says:
RENEGADOS DA BIOLUMINESCÊNCIA
[12:29:02] fau. why so serious? says:
passo um, fluorescencia
[12:29:11] fau. why so serious? says:
passo dois, bioluminescência!
[12:29:27] fau. why so serious? says:
eat this, deep water fish!
[perdão pelos comentários preconceituosos com pessoas albinas -- a gente sabe muito bem o que é o albinismo e que não deve ser divertido ser albino, não queremos ofender ninguém, é só sarcasmo, ok?]

Kiddy fun.
Dezembro 14, 2007Por que, em todos os motéis de Recife que têm TV à cabo, existe uma pequena seleção de canais que geralmente não incluem Sony ou Discovery, mas sempre, SEMPRE incluem o DISCOVERY KIDS?
Acho bizarro.

Woke up this morning.
Dezembro 13, 2007Sabe aqueles dias que você acorda absolutamente inútil? Quer ficar na cama pra sempre, e dormir até alguma coisa boa acontecer? Hoje acordei assim.
Mas aí me deu um impulso daqueles “deixe de fazer a linha deprimida e vá fazer alguma coisa com a sua vida”. Então eu fui. Levantei, fui em três papelarias até achar uma que tivesse papel panamá cortado, gente, que inferno. Consegui, comprei o papel e mais um monte de coisas pra montar os presentes de natal, e o manobrista ainda quase bateu no meu carro. Passada a raiva, fui comer um hambúrguer:
- moço, quero um hamburguer vegetariano com uma porção de bacon.
- er… mas… vegetariano é de soja.
- sim, eu sei, d’oh.
- mas o bacon é de porco
- eu sei.
-…é carne!
- … ME DÁ MEU SANDUÍCHE?
Depois disso, peguei minha mãe no escritório, corri pra a faculdade, resolvi coisas, passei em duas academias, me matriculei em uma (assim, sério), vim pra casa e comecei meus preparativos de presentes de natal. Não tem nada que dê mais ânimo do que um dia produtivo. Pelomenos não pra uma freak workaholic como eu. Simplesmente não sei ficar ociosa.

Missing the big picture.
Dezembro 10, 2007Quando eu vou em um museu, eu olho cada detalhe das obras, especialmente se tratando de pinturas: analiso as pinceladas bem de pertinho, e fico perdida nos meus pensamentos, tentando decifrar o sentimento do pintor por trás de cada uma delas. Pinceladas leves, curtas, intensas, longas, secas: cada uma me dá uma deliciosa sensação diferente.
Tanto detalhe… que eu acabo não prestando tanta atenção na obra em si. O que deveria, de fato, ter um significado, acaba ficando em segundo plano.
Mudando de assunto, mais ou menos: de qualquer forma, não se pode admirar uma obra inacabada. Ela não tem significado ainda. Muito menos quando o artista é obrigado a parar de pintar quando mais estava envolvido em sua arte.
(e todo mundo aqui sabe que eu não estou necessariamente falando de quadros).

Do you know what I mean?
Dezembro 5, 2007Bom mesmo é pegar um CD que você não ouve tem quase 10 anos pra ouvir o dia inteiro no carro. Tive que ir pra Boa Viagem e não aguento mais o que tem pra ouvir no meu carro, então peguei o primeiro CD que eu vi: Oasis – Be here now.
Engraçado é que o tempo todo que eu tava ouvindo ele, só me dava vontade de ouvir Travis.

q
Dezembro 5, 2007Estava andando no supermercado, quando me deparo com uma garota de óculos escuros.
“Nossa, que ridicula, dentro do bompreço, como se tivesse o maior sol aqui, né…
…tá até meio escuro inclusive…
…que estranho.”
Foi aí que eu percebi que eu mesma tinha esquecido de tirar os meus óculos.
Damn you, karma!

Dezembro 4, 2007
Ontem eu abri uma gaveta que eu deixo sempre trancada. Nela ficam as coisas velhas. Encontrei, entre cartas recebidas, cartas nunca enviadas e passagens de avião um envelope A4, cheio de coisas escritas em papel de caderno, datadas de 2001.
Eram vidas, pessoas inventadas. Eu passava muito tempo matando aula: minha mãe me deixava na frente do colégio às 7 da manhã, e eu não entrava, ia ao carrefour tomar capuccino (era a única coisa aberta aquela hora). Como tinha que voltar só de meio-dia, eu ficava lá observando as pessoas, e anotando no meu caderno coisas sobre elas.
Eu lembro que eu costumava inventar histórias pra todo mundo, até pra quem eu conhecia, tanto que chegou a um ponto que eu confundia coisas que eu tinha inventado pra mim, com a realidade. Então eu parei. Queria não ter parado, talvez hoje eu tivesse mais criatividade pra escrever.